- A ação judicial alega que Benjamin Chow, fundador da startup Meteora, criou tokens fraudulentos.
- Melania Trump e Javier Milei teriam sido usados para legitimar o esquema.
- Um tribunal descongelou US$ 57,6 milhões, considerando improvável o sucesso da ação judicial.
Melania Trump e Javier Milei Envolvidos em Processo de Fraude com Moedas Meme
No que representa uma reviravolta significativa no mundo das criptomoedas, uma ação coletiva nos Estados Unidos acusa a ex-primeira-dama Melania Trump e o presidente argentino Javier Milei de estarem indiretamente envolvidos na promoção de moedas meme fraudulentas LIBRA e MELANIA. Os demandantes acreditam que Benjamin Chow, fundador da startup Meteora, orquestrou essas operações junto com outros participantes.
O Coração do Esquema
A ação judicial descreve como Chow estaria supostamente no centro desta operação, gerenciando tanto a emissão quanto as vendas de vários tokens. Esses ativos tiveram aumentos acentuados após o lançamento, mas caíram quase a zero quando os desenvolvedores retiraram a liquidez. De acordo com documentos do caso Hurlock v. Kelsier Ventures, figuras públicas foram usadas como “protagonistas” para dar legitimidade a esses projetos.
A Ascensão e Queda dos Tokens MELANIA e LIBRA
A moeda MELANIA foi lançada em janeiro de 2025, apenas dois dias após o aparecimento de um token Donald Trump. Ela caiu 99% em poucas semanas. Similarmente, a LIBRA—promovida por Milei com um slogan de apoio a pequenas empresas na Argentina—perdeu 90% de seu valor em poucas horas.
Conectando Carteiras e Descobrindo Conexões
A empresa analítica Bubblemaps descobriu que carteiras envolvidas na emissão de ambas as moedas estavam interligadas e conectadas à infraestrutura de Meteora. Essa revelação formou a base para a ação coletiva contra Chow, Hayden Davis e Kelsier Ventures por suposta manipulação coordenada de preços.
Alegações Contra Principais Envolvidos
Os demandantes afirmam que Chow operava através de associados de confiança, como o cofundador da Meteora Ming Yeo e a família Davis. Eles supostamente conduziram “lançamentos em série” de pelo menos 15 tokens usando um modelo de pump-and-dump. Apesar dessas sérias acusações, um juiz descongelou US$ 57,6 milhões relacionados à LIBRA em agosto de 2025, citando baixas chances de sucesso da ação judicial. Enquanto isso, Benjamin Chow deixou a Meteora em fevereiro e recusou-se a comentar sobre essas alegações.
A Continuação da Batalha Legal
Advogados representando os demandantes afirmam ter evidências do papel de Chow na gestão deste esquema, incluindo comunicações no Telegram entre ele e outros participantes. Esta saga legal em desenvolvimento destaca os desafios contínuos nos mercados de criptomoedas em relação à prevenção de fraudes e à aplicação de regulamentos. Como sempre, mantenha-se informado sobre desenvolvimentos que afetam os cenários de criptomoedas em todo o mundo, já que a conscientização continua sendo crucial para navegar inteligentemente em uma economia digital em constante evolução!
